19
Mar

olha só como se tira o nó

por Márcia Meira
Essa música é daquelas que entra na cabeça da gente e você passa dias e dias com ela martelando lá dentro, ainda mais agora que o comercial Como se tira o nó voltou. Quando eu vejo, estou no meio do trabalho cantarolando, para as colegas escutarem: “fechar (tchui, tchui)/ secar (tchop, tchop, tchop, tchop)”: coisa de louco!E foi assim, com a música grudada na cabeça, que eu comprei, depois de anos, um shampoo Johnsons Baby para mim. Escolhi a versão para cabelos escuros e estou amando! Não arde os olhos, é super suave é da para usar antes de um shampoo mais hidratante. Uma delícia!

Não lembro o preço exato, mas o frasco com 200ml saiu por uns R$6,00. “Agora tira o nó,  shuaaaaaaaa” Quer cantar comigo? (eu cantava tudo errado e foi a @Pammmmm que me ensinou) Olha a letra aí. Mas cuidado que vicia!

Olha só como se tira o nó,
Olha só como se tira o nó,

Primeiro faz o nó,
Juba de leão,
Boné,
Cortina,
Punk,
Coqueiro,
Roqueiro,

Agora tira o nó,
Shuaaaaaaaa,

Fechar (tchui, tchui)
Secar (tchop, tchop, tchop, tchop)

Macio como a mão da mãe da gente,
Passa o pente sem parar.

Uuuu, uuu,
Nó? no no.

15
Mar

de mulher pra mulher: fail

por Márcia Meira

Quem inventou o telemarketing deveria ser punido, preso, multado, banido, sei lá! Esse negócio de invadir a nossa vida com ligações inoportunas para oferecer produtos indesejados é uma chatice.

A pouco, recebi uma chamada das Lojas Marisa me oferecendo um cartão com crédito pré-aprovado para parcelar em trocentas mil vezes minhas compras. Eu, que ando fugindo de cartões de todos os gêneros, recusei a oferta. Mas a mocinha, não satisfeita, quis saber o motivo. Pensei: “Motivo? Não preciso de motivo, simplesmente, não quero!” Mas, sei lá o porquê, quis ser gentil com a pobre que repete o mesmo discurso 548 vezes ao dia e respondi: “Estou sem dinheiro” Não é que ela não pestanejou e sugeriu que eu fizesse o cartão e guardasse para quando quisesse utilizá-lo! Ah… tá!

Parece que as técnicas de venda dessas lojas estão se tornando cada dia mais toscas e invasivas. O cara quer vender, o sujeito diz que não tem dinheiro para pagar e ele insiste, ou seja, não está interessado em vender os produtos… o que quer é ganhar em cima de juros, multas e encargos.

“Dona Marisa, obrigada pela oferta. Quando eu precisar comprar umas calcinhas, passo lá e pago a vista! Mas, por favor, nada de me ligar no telefone do trabalho para tirar a minha atenção e me deixar tentada a comprar o que não preciso! E para de tentar me enganar, porque a Carolina Dieckmann tem jeito de quem não passa nem na porta da sua loja”

Categoria: cotidiano
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9
Mar

bactérias e mais bactérias

por Márcia Meira

Quem teve tempo ou paciência (é preciso uma boa dose dela para suportar esse marco do fim de domingo) para assistir o último Fantástico, teve portunidade de ver a matéria sobre o que as mulheres carregam nas suas bolsas. Além, é claro, da carteira, maquiagem, guarda-chuvas, agenda, livro e outras cositas mas, as bolsas da mulherada tem muitas e muitas bactérias.

Mas poderia ser diferente? Ônibus, metrô, trabalho, restaurante… são tantos os desafios diários que fica difícil alguma coisa chegar ao fim do dia livre de bactérias! A mesma coisa acontece com a nossa roupa, senta, levanta, anda, transpira, encosta, suja… chega em casa só resta colocar direto no , de roupa suja!

Segundo a matéria, o pior obstáculo está nos banheiros. Onde colocar a bolsa, enquanto a gente faz o “xixi nosso de cada dia”? No shopping, na faculdade, no bar ou no restaurante da moda o problema é sempre o mesmo: onde colocar a bolsa ou a mochila? Nesses lugares, dificilmente, você encontra um gancho para pendurar a companheira de várias jornadas.

Pelo visto, os arquitetos que projetam os banheiros desses lugares estão longe de conhecer as necessidades básicas das mulheres. Afinal, tem coisa mais chata do que fazer malabarismos no banheiro para segurar a bolsa? Às vezes, não sobra muita opção e a pobre vai parar no chão…

E dá-lhe bactérias!

Clique aqui para assistir a matéria “Bolsas de mulheres podem carregar milhares de bactérias”.

8
Mar

um dia como os outros

por Márcia Meira

Hoje é Dia Internacional da Mulher, pela frente já sei o que me espera: flores, cumprimentos, piadinhas (afinal, tem sempre um homem agradável que não perde a chance de dizer: esse é o dia de vocês, mas nós temos os outros 364…) Fora isso, é um dia como qualquer outro, com muito trabalho pela frente, nem eu gostaria que fosse diferente.

O que mais eu poderia escrever sobre o 8 de Março se ele me causa um certo constrangimento? Essa crônica da Martha Medeiros, da qual me lembro todos os anos, traduz muito bem o que eu penso: 

O que é ser mulher? Às vezes me perguntam isso em entrevistas e fico inclinada a responder que é nascer com cromossomos XX, mas não é esta a resposta que o entrevistador espera, é preciso entrar no espírito do debate, e responder que ser mulher é… ah, não consigo. 

Bem que tento entrar no clima do Dia Internacional da Mulher, mas esta data me emociona tanto quanto o Dia da Árvore. Um dia especial para refletir sobre nossa condição? Ora, não faço outra coisa o ano inteiro! 

Gosto muito de ser mulher mas não acho que sejamos mais especiais do que os homens. Ou mais maltratadas do que eles. Há gente feliz e infeliz dos dois lados do ringue. E se temos que lutar por melhores salários, mais segurança, uma vida mais digna, isso tem que valer para todos – que seja o dia internacional do ser humano, e não o dia internacional da choradeira. 

É claro que ainda há discriminação. Foram séculos de hegemonia masculina e isso não se muda do dia pra noite – e olha que em 50 anos mudou coisa demais. Voto, pílula, faculdade, independência financeira, liberdade sexual. Há mais ainda para ser conquistado, e será. Mas quem vai ajudar as mulheres são elas próprias, principalmente porque somos mães: mães dos futuros políticos, mães dos futuros genros de nossas filhas, mães dos futuros patrões delas, e mães delas mesmas, as futuras mulheres que queremos ver mais realizadas e respeitadas. A responsabilidade é toda nossa. Se acertamos ou erramos, se ganhamos mais ou ganhamos menos do que os homens, se somos tratadas com carinho ou com violência, tudo é decorrência das nossas escolhas e atitudes – e das nossas omissões. 

Num mundo com tamanha desigualdade social, claro que nem todas as mulheres têm esclarecimento e poder para assumir sozinhas seu destino. Então briguemos por elas, como fizemos quando a argeliana Amina foi ameaçada de ser apedrejada por ser mãe solteira. O governo africano recebeu uma avalanche de cartas pedindo sua “absolvição”, e deu certo.

Aquilo foi quando? Julho, setembro, novembro? Foi feito o que tinha que ser feito na hora em que se fez necessário. É assim que funciona. Fazemos nossa parte todos os dias de março, abril, agosto, dezembro, atendendo as demandas da vida, como árvores que somos, forças da natureza que não precisam de uma data única para lembrar aos outros nossa importância.

6
Mar

sessão de cinema

por Márcia Meira

Cólica é uma droga! Dói tudo barriga, cabeça, pernas, braços… Ontem, acabei saindo mais cedo do trabalho e me enfiei embaixo de uma manta quentinha depois de tomar um remédio para melhorar. Resolvi escolher um filme para assistir e não consegui desgrudar da TV até o final.

O escolhido foi o “Curioso Caso de Benjamin Button”, com Brad Pitt e Cate Blanchett nos papéis principais. O filme intrigante e comovente conta a história de Benjamin, que nasce idoso e rejuvecesne com o passar do tempo. Ótimo programa! Afinal, ver o marido da Angelina sair dos 80 anos, todo enrrugado e sem conseguir andar, rejuvenescer e ficar cada dia mais bonito é surreal. Ele mostra que é muito mais que um rosto bonito.

Hoje, a cólica ainda não deu trégua. A saída foi escolher outro filme: “Os Bastardos Inglórios” foi o escolhidoda vez. Também com Brad Pitt, de quem eu nem sou assim a maior fã de carteirinha, o filme de Quentin Tarantino segue a marca do diretor e prima pela violência e pela irônia. Tiros, sangue e cenas de me fazer torcer o pescoço… Bastante tenso, mas excelente! Ao final, tomei duas taças de vinho do Porto para relaxar e agora me sinto ótima! A cólica inclusive está indo embora!

2
Mar

alerta vult

por Márcia Meira

Recebi um e-mail da Vult  que alerta para uma falsa ação que está sendo veiculada pelo Orkut em nome da Vult Cosmética:

Algumas comunidades estão divulgando uma suposta contratação de promotoras por parte da Vult, onde solicitam que as interessadas enviem seus dados pessoais e fotos por e-mail. Posteriormente o e-mail é respondido reprovando e ofendendo as interessadas no suposto trabalho.

A Vult Cosmética não faz nenhum tipo de contratação pelo orkut ou outras redes sociais, nossas ações são divulgadas apenas no site oficial da empresa.

A empresa já registrou boletim de ocorrência e as investigações estão caminhando. Mas vale a pena todo mundo ficar atento para não cair em armadilhas!

28
Fev

taiff: que vontade louca de não comprar!

por Márcia Meira

Xeretando a revista Chiques e Famosos, me deparei com esse anúncio da Taiff.

Quem foi que disse que cara de saco cheio é boa para vender chapinha? Se a chapa faz tudo isso que promete, a moça devia estar feliz e contente!

Sorria, ‘fia’! Faz como a Gisele e sorria!!!

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